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CONSUMO EXCESSIVO DE SAL PODE CAUSAR DOENÇAS CRÔNICAS

19/06/2015 às 09:21

Nas últimas décadas, o consumo de sal na maioria dos Países tem sido excessivo, variando de 9 a 12 g por pessoa, sendo que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 5g diárias para adulto (o equivalente à 2000mg de sódio). Já para as crianças e adolescentes, o limite máximo de consumo de sódio são ainda menores, por serem populações mais vulneráveis. A redução precoce do consumo de sal nessa faixa etária representa melhoria da saúde cardíaca na vida adulta.

O consumo exagerado do sal está relacionado ao aumento no risco de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, doenças renais, entre outras. As DCNT são responsáveis por 63% dos óbitos no mundo e 72% dos óbitos no Brasil. Um terço destas mortes ocorre em pessoas com idade inferior a 60 anos. Adequando o consumo de sódio à quantidade diária recomendada pela OMS, por exemplo, poderíamos reduzir os óbitos por acidentes vasculares cerebrais em 15%, e as mortes por infarto em 10%.

Os alimentos que apresentam uma maior concentração de sódio são: enlatados (ervilhas, massa de tomate, etc), embutidos (salame, salsicha, entre outros), envidrados (palmito, azeitona e molhos em geral), queijos amarelos, pães e salgados, fast food, macarrão instantâneo, alimentos congelados, empanados etc. Devemos tomar cuidado também com o sal “escondido” nos diversos produtos alimentícios como os conservantes (nitrito de sódio e nitrato de sódio), adoçantes (ciclamato de sódio e sacarina sódica), fermentos (bicarbonato de sódio) e realçadores de sabor (glutamato monossódico). O sódio é amplamente utilizado pela Indústria alimentícia com a função de conservante. Com o intuito de melhorar a dieta do brasileiro, o Ministério da Saúde e a Associação das Indústrias da Alimentação (Abia) firmaram um acordo estabelecendo metas para reduzir o sódio dos alimentos processados.

 

            As estratégias para reduzir o consumo de sódio na alimentação são:

ü  Observar sempre o rótulo dos alimentos;

ü  Evitar os alimentos que contenham excesso deste mineral;

ü  Dar preferência aos alimentos naturais e orgânicos;

ü  Evitar alimentos congelados e processados;

ü  Utilizar ervas como: sálvia, tomilho, louro, cebolinha, alecrim, e outros para temperar os alimentos;

ü  Retirar o saleiro da mesa;

ü  Substituir o sal refinado por sal rosa ou flor de sal, pois são mais puros, livres de toxinas, além de conter alto índice de minerais em sua composição.

 

E lembre-se: Uma boa alimentação aliada a hábitos saudáveis, como a prática de atividade física, são fatores essenciais na promoção da saúde e prevenção de doenças.

Dra Viviane Satyro Mota ? CRN 28332

Especialista em Nutrição Clinica

Nutricionista parceira das Academias Equilíbrio ? Itajubá / Studio Bem Estar Ativa - Pedralva

Nutricionista Clínica da Santa Casa de Misericórdia de Itajubá

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