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O alto preço pago pela falta de liderança 2/4

12/01/2015 às 08:53

Não é possível melhorar o padrão de vida da população, sem que ela esteja disposta a se esforçar para tornar-se mais produtiva, frequentando os bancos escolares ou aprendendo um ofício. Faltam lideranças que estejam dispostas a sacrificar seu capital político em prol de se fazer os ajustes necessários para preparar o país para um novo salto de desenvolvimento.
O segredo do sucesso de alguns países que romperam com o atraso econômico como a Coreia, o Japão e outros asiáticos, é que suas lideranças entenderam que, o que impulsiona a geração de riqueza é o aumento de produtividade. Isso é impossível de ser alcançado com gestão ineficiente, infraestrutura ruim, baixa capacitação da mão de obra e instituições fracas. Alguns países latino-americanos como Chile, Colômbia, México e Peru também parecem ter despertado do sono profundo da intervenção estatal e da teia de problemas que prejudica a produtividade. Para aumentá-la é fundamental que a competição entre empresas seja estimulada. Sem competição não é possível inovar com processos de produção mais eficientes, nem criar novos produtos, nem reduzir desperdícios, nem produzir com mais qualidade e com preços acessíveis. O papel do Estado nesse modelo de sucesso é apenas o de criar condições institucionais (leis, regras, normas) que permita a justa competição entre empresas.
Os economistas Fábio Giambiagi e Alexandre Schwartsman, no excelente livro Complacência, apontam possíveis soluções para destravar o desenvolvimento econômico do Brasil. Alertam, entretanto, que a correção de rumo não acontecerá no curto prazo, já que é preciso vencer a inércia política que impede as reformas modernizantes. Entre as medidas que julgam necessárias estão o ajuste da política fiscal, a modificação da estrutura tributária, a liberalização do comércio internacional, o aumento de produtividade e a melhoria da infraestrutura. O ajuste fiscal é de longe o problema mais urgente a ser atacado.


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