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O alto preço pago pela falta de liderança 1/4

04/01/2015 às 09:36

Segundo Leon Festinger, psicólogo e autor da Teoria da Dissonância Cognitiva, uma pessoa com convicção dificilmente mudará de opinião, mesmo se confrontada com a realidade completamente diferente de sua crença. Diante de fatos e números que comprovem seu erro, ela passará a questionar a fonte dos dados e tentará inverter a lógica para manter sua crença. Embora a economia não seja uma ciência exata, sua lógica pode ser comprovada empiricamente e, portanto, decisões erradas, decorrentes de uma visão equivocada de mundo, provocam consequências reais nos mercados, na população e nos agentes econômicos. No Brasil pós-Plano Real, assim como em diversos países do mundo, há duas correntes de pensamento econômico que se confrontam. De um lado estão os liberais que acreditam que o principal papel de um governo deve ser estabelecer as regras de funcionamento do mercado, deixando que o mesmo se encarregue de todo o resto. Do outro estão os desenvolvimentistas que acreditam ser possível alcançar o desenvolvimento de um país com maior intervenção estatal, aumento dos gastos do governo, subsídios seletivos, escolha de campeões nacionais, controle do câmbio e de preços públicos entre outros. Os resultados alcançados pelos diferentes países parecem não deixar dúvidas entre o que produz mais desenvolvimento. Há décadas, os países mais liberais são mais prósperos.
A realidade atual do Brasil confirma que o desenvolvimentismo não produz os resultados que almeja. A dissonância cognitiva de seus defensores, porém, não permite que os mesmos admitam o fracasso desse modelo. A população, entretanto, paga a conta desse fracasso. As projeções econômicas para 2015, por exemplo, apontam para mais um ano de estagflação, ou seja, de crescimento econômico pífio, com inflação elevada. A realidade é que há claramente um erro de diagnóstico a respeito da situação econômica do país. Não é possível ampliar a prosperidade do país apostando no aumento indefinido do consumo da população e dos gastos governamentais. 
Segundo Leon Festinger, psicólogo e autor da Teoria da Dissonância Cognitiva, uma pessoa com convicção dificilmente mudará de opinião, mesmo se confrontada com a realidade completamente diferente de sua crença. Diante de fatos e números que comprovem seu erro, ela passará a questionar a fonte dos dados e tentará inverter a lógica para manter sua crença. Embora a economia não seja uma ciência exata, sua lógica pode ser comprovada empiricamente e, portanto, decisões erradas, decorrentes de uma visão equivocada de mundo, provocam consequências reais nos mercados, na população e nos agentes econômicos. No Brasil pós-Plano Real, assim como em diversos países do mundo, há duas correntes de pensamento econômico que se confrontam. De um lado estão os liberais que acreditam que o principal papel de um governo deve ser estabelecer as regras de funcionamento do mercado, deixando que o mesmo se encarregue de todo o resto. Do outro estão os desenvolvimentistas que acreditam ser possível alcançar o desenvolvimento de um país com maior intervenção estatal, aumento dos gastos do governo, subsídios seletivos, escolha de campeões nacionais, controle do câmbio e de preços públicos entre outros. Os resultados alcançados pelos diferentes países parecem não deixar dúvidas entre o que produz mais desenvolvimento. Há décadas, os países mais liberais são mais prósperos.A realidade atual do Brasil confirma que o desenvolvimentismo não produz os resultados que almeja. A dissonância cognitiva de seus defensores, porém, não permite que os mesmos admitam o fracasso desse modelo. A população, entretanto, paga a conta desse fracasso. As projeções econômicas para 2015, por exemplo, apontam para mais um ano de estagflação, ou seja, de crescimento econômico pífio, com inflação elevada. A realidade é que há claramente um erro de diagnóstico a respeito da situação econômica do país. Não é possível ampliar a prosperidade do país apostando no aumento indefinido do consumo da população e dos gastos governamentais. 


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