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Política industrial obsoleta e equivocada - PARTE (3/3)

26/12/2014 às 08:51

Política industrial obsoleta e equivocada - PARTE (3/3)

As consequências de medidas econômicas equivocadas como a tributação sobre o investimento e a exportação, a infraestrutura insuficiente e débil, o atraso educacional, o excesso de gastos e de desperdício de dinheiro público, a tolerância à inflação elevada e o intervencionismo desastrado tornam a economia brasileira esclerosada e distante da lógica econômica contemporânea. Nesta, o desenvolvimento econômico é alcançado a partir de colaboração, de parcerias e de complementaridade de cadeias de produção. A impressão que fica é a de que os atuais gestores da política econômica tomam decisões com olhos voltados para o passado. Ou eles não entendem o funcionamento da economia moderna ou se recusam a enxergar as mudanças que parecem cristalinas aos olhos dos concorrentes internacionais. 
O preço a pagar por decisões tão equivocadas é a asfixia da atividade econômica, com baixo nível de investimento (apenas 17% do PIB em 2014), inflação acima do teto da meta (6,56% nos últimos 12 meses), déficit comercial (US$ 4,22 bilhões até novembro de 2014), entre outros. Há um verdadeiro pacto pelo atraso. Sob o pretexto de preservar empregos nacionais, os sindicatos de trabalhadores aceitam a pressão de industriais que exigem do governo medidas protecionistas contra a concorrência estrangeira. Ocorre que os mesmos trabalhadores são também consumidores. Estes continuam adquirindo produtos de qualidade inferior e preços mais elevados que aqueles praticados no exterior. O acordo tácito entre sindicatos, industriais e governo, aos poucos vai destruindo todas as oportunidades que o país teria para se tornar mais justo, mais próspero e com qualidade de vida superior. Resta saber se isso ocorre por apego ideológico, ignorância econômica, esperteza política ou tudo isso junto.
As consequências de medidas econômicas equivocadas como a tributação sobre o investimento e a exportação, a infraestrutura insuficiente e débil, o atraso educacional, o excesso de gastos e de desperdício de dinheiro público, a tolerância à inflação elevada e o intervencionismo desastrado tornam a economia brasileira esclerosada e distante da lógica econômica contemporânea. Nesta, o desenvolvimento econômico é alcançado a partir de colaboração, de parcerias e de complementaridade de cadeias de produção. A impressão que fica é a de que os atuais gestores da política econômica tomam decisões com olhos voltados para o passado. Ou eles não entendem o funcionamento da economia moderna ou se recusam a enxergar as mudanças que parecem cristalinas aos olhos dos concorrentes internacionais. O preço a pagar por decisões tão equivocadas é a asfixia da atividade econômica, com baixo nível de investimento (apenas 17% do PIB em 2014), inflação acima do teto da meta (6,56% nos últimos 12 meses), déficit comercial (US$ 4,22 bilhões até novembro de 2014), entre outros. Há um verdadeiro pacto pelo atraso. Sob o pretexto de preservar empregos nacionais, os sindicatos de trabalhadores aceitam a pressão de industriais que exigem do governo medidas protecionistas contra a concorrência estrangeira. Ocorre que os mesmos trabalhadores são também consumidores. Estes continuam adquirindo produtos de qualidade inferior e preços mais elevados que aqueles praticados no exterior. O acordo tácito entre sindicatos, industriais e governo, aos poucos vai destruindo todas as oportunidades que o país teria para se tornar mais justo, mais próspero e com qualidade de vida superior. Resta saber se isso ocorre por apego ideológico, ignorância econômica, esperteza política ou tudo isso junto.


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