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Política industrial obsoleta e equivocada - PARTE (2/3)

19/12/2014 às 10:42

Por outro lado, as políticas horizontais como a responsabilidade fiscal, o controle da inflação, o incentivo à poupança, a estabilidade econômica e política, a defesa ao direito de propriedade, o sistema judiciário eficiente, a redução dos custos logísticos, a educação de qualidade e a qualificação da mão de obra, entre outras, seriam medidas de fato eficazes em aumentar a competitividade da indústria nacional. Essas políticas, ao contrário das políticas industriais, não faz distinção entre setores econômicos. Nelas, o importante é garantir fundamentos macroeconômicos sólidos que diminuem a incerteza econômica, incentivam os investimentos, modernizam o processo de produção e assim geram inovação e eficiência produtiva, que leva a economia ao ciclo virtuoso com mais produção, empregos e renda.
Ao observar a realidade recente da economia brasileira e de competidores internacionais como Chile, México, Colômbia, Turquia e países asiáticos, parece que os críticos da política industrial têm razão. Quais são os resultados colhidos pelo Brasil ao fechar sua economia, aumentando tarifas de importação ou priorizando sua relação comercial com países menos industrializados? Por exemplo, a participação dos manufaturados (produtos industrializados) na pauta das exportações brasileiras se reduziu de 55% em 2002 para menos de 35% em 2013. Ou seja, ocorreu o contrário do que se esperava quando o governo Lula passou a priorizar as relações comerciais Sul-Sul. O Brasil tem perdido espaço nos mercados externos (inclusive nos vizinhos sul-americanos) e também no mercado interno para fornecedores estrangeiros, especialmente asiáticos. Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a participação de fornecedores estrangeiros no mercado brasileiro subiu de 20,4% em 2012 para 22,5% em 2014.  
No Fórum Estadão de Inovação, Infraestrutura e Produtividade, ocorrido em maio deste ano, economistas e empresários concluíram que o estímulo à modernização e à competitividade da economia brasileira teria sido maior se o país tivesse buscado acordos comerciais com países mais avançados ao invés de priorizar os vizinhos do Sul. Segundo, Rolf Kuntz, professor de Filosofia Política da USP, os demais países do BRICS – Rússia, Índia, China e África do Sul – jamais se juntaram ao delirante e anacrônico projeto terceiro-mundista do governo brasileiro de virar às costas aos países ricos.
Por outro lado, as políticas horizontais como a responsabilidade fiscal, o controle da inflação, o incentivo à poupança, a estabilidade econômica e política, a defesa ao direito de propriedade, o sistema judiciário eficiente, a redução dos custos logísticos, a educação de qualidade e a qualificação da mão de obra, entre outras, seriam medidas de fato eficazes em aumentar a competitividade da indústria nacional. Essas políticas, ao contrário das políticas industriais, não faz distinção entre setores econômicos. Nelas, o importante é garantir fundamentos macroeconômicos sólidos que diminuem a incerteza econômica, incentivam os investimentos, modernizam o processo de produção e assim geram inovação e eficiência produtiva, que leva a economia ao ciclo virtuoso com mais produção, empregos e renda.Ao observar a realidade recente da economia brasileira e de competidores internacionais como Chile, México, Colômbia, Turquia e países asiáticos, parece que os críticos da política industrial têm razão. Quais são os resultados colhidos pelo Brasil ao fechar sua economia, aumentando tarifas de importação ou priorizando sua relação comercial com países menos industrializados? Por exemplo, a participação dos manufaturados (produtos industrializados) na pauta das exportações brasileiras se reduziu de 55% em 2002 para menos de 35% em 2013. Ou seja, ocorreu o contrário do que se esperava quando o governo Lula passou a priorizar as relações comerciais Sul-Sul. O Brasil tem perdido espaço nos mercados externos (inclusive nos vizinhos sul-americanos) e também no mercado interno para fornecedores estrangeiros, especialmente asiáticos. Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a participação de fornecedores estrangeiros no mercado brasileiro subiu de 20,4% em 2012 para 22,5% em 2014.  No Fórum Estadão de Inovação, Infraestrutura e Produtividade, ocorrido em maio deste ano, economistas e empresários concluíram que o estímulo à modernização e à competitividade da economia brasileira teria sido maior se o país tivesse buscado acordos comerciais com países mais avançados ao invés de priorizar os vizinhos do Sul. Segundo, Rolf Kuntz, professor de Filosofia Política da USP, os demais países do BRICS – Rússia, Índia, China e África do Sul – jamais se juntaram ao delirante e anacrônico projeto terceiro-mundista do governo brasileiro de virar às costas aos países ricos.


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