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O PORQUÊ, A COR E O CANDIDATO

04/11/2016 às 09:50

Encontramos na internet alguém procurando “ensinar”:  “Descubra porque você deve usar reticências”.  A intenção pode ter sido boa, mas   esse alguém    tropeçou no “porque”, que deveria ser “por que” (por   que   razão você deve usa reticências).  Explica-se a confusão, pois há vários “porquês”: porque, por que, porquê... Explica-se, mas não se justifica:  cada qual tem um lugar e uma função precisos na frase.
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    Marron ou marrom?  Na estrada, lemos num veículo à frente os dois termos.  Qual o certo?  Marrom, naturalmente.    Por algum motivo   (ou sem  motivo algum) há pessoas que ainda usam o final “n”, embora não haja em português palavra alguma que termine com essa letra.
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    Trecho lido em jornal: “Preso há 26 anos, o candidato ...”.  A expressão é ambígua, pois pode dar a entender que alguém seja candidato, embora estando preso há 26 anos.  O que o repórter quis dizer é que o indivíduo em questão esteve detido durante certo tempo,   26 anos atrás, tendo sido posto em liberdade posteriormente.    A ambiguidade teria sido evitada se a notícia começasse por algo assim:   “Tendo estado preso por certo tempo, há 26 anos...”.
A propósito, a forma “Preso há 26 anos atrás” seria   redundante, pois o verbo haver, no caso ,   já indica passado.


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