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Apesar do esforço de funcionários, Caic sofre com diversos problemas

26/06/2015 às 09:06

Por Marco Gonçalves

Vandalismo é um dos principais problemas, assim como a grande incidência de pombos que fez a quadra da escola ficar inutilizada para as aulas

Mesmo com o esforço da diretoria, de professores e funcionários, a situação da Escola Municipal Francisco Pereira Coutinho, o Caic, no Novo Horizonte não é das melhores. A quadra esportiva está interditada e problemas de vandalismo são corriqueiros nas dependências da instituição de ensino.

A escola atende as crianças do ensino infantil e do primeiro ciclo do ensino fundamental, numa faixa etária de 4 a 10 anos. O Caic atende as crianças do Novo Horizonte, mas também de bairros nos arredores.   

Segundo a diretora Rute Duarte Silva, problemas são corriqueiros. “Arruma uma coisa e estraga outra, mas eles (Secretaria de Educação) estão constantemente atendendo a gente. Não é com tanta precisão, porque às vezes falta material. Mas a prefeitura não está deixando de atender não”, diz a diretora, que assumiu a função em maio, nomeada pelo secretário Robson Vaz.

 

 Ginásio poliesportivo

O grande problema da escola é a quadra poliesportiva, que está interditada e não é usada pelos alunos. “Estamos numa situação bem crítica, porque a comunidade foi depredando e danificando, então a prefeitura está vendo a possibilidade de reforma”, comenta a diretora.

A diretora afirma que quando está em condições de uso, a quadra também é liberada para uso da comunidade. Hoje, mesmo estando proibido, os jovens do bairro ainda usam a quadra.  

A situação das dependências do ginásio é lastimável. A sujeira toma conta de todo o lugar, os banheiros e o vestiário estão quebrados, assim como portões e grades.

O ginásio também não tem energia elétrica. A diretora diz que não há muita consciência sobre a conservação do ginásio. De acordo com informações, a quadra à noite vira reduto de uso de drogas e também de prostituição.

O local fica nas dependências da escola, mas acima do prédio onde estão as salas de aula e refeitório, que não tem sido depredado. “A quadra é fechada de grades, aí eles puxam a grade, fazem buraco e entram. A gente conserta e logo eles quebram de novo. Não tem respeito”, comenta a vice-diretora Priscila Miranda de Souza.  A escola conta com dois guardas patrimoniais noturnos, mas que pouco podem fazer para evitar estes problema.  

 

 Pombos

Outro grande problema e que foi um dos principais fatores que contribuíram para a interdição da quadra é a grande quantidade de pombos no local. A estrutura metálica da cobertura do ginásio serve como poleiro para os pombos e facilita o aumento no número de aves. Pelo chão, em toda a extensão da quadra, mas principalmente nas extremidades há uma grande quantidade de fezes das aves, o que é um risco para a saúde. Os pombos são conhecidos como ratos de asas, justamente pela quantidade de doenças que eles podem trazer para os humanos. As fezes, depois de secas, viram um pó, que é extremamente prejudicial às pessoas. Por conta disso, os alunos nem chegam perto da quadra. A vice-diretora conta que a quadra era lavada toda segunda-feira, mas que na terça, o problema já voltava por conta das aves que fazem do local sua morada.

 

 Ratos

Outro problema que afetava a escola, mas que já foi resolvido era a incidência de ratos devido à má instalação do esgoto. Segundo uma informação que chegou ao jornal, por causa dos ratos que voltavam à cozinha pela grelha do esgoto foi feita uma dedetização e, por conta desta dedetização, uma servidora teria passado mal, tendo que ser socorrida pelo Samu.

A diretora da escola confirma que houve este problema. “Vieram fazer essa dedetização e essa funcionária tem uma sensibilidade maior com cheiros. No dia que foi feita a dedetização, nós combinamos com ela e ela ficou longe. Aí, eles vieram novamente sem avisar por causa de uma denúncia. Nisso, eles já começaram a por o pó e deu o problema com ela. Mas ela ficou bem”, disse a diretora.

Segundo Rute, a escola não enfrenta mais os problemas com ratos. “Os ratos acabaram. A prefeitura faz essa dedetização três vezes ao ano. Devido a essa situação, eles adiantaram. Mas já resolveu o problema, foi feito várias dedetizações e resolveu”, contou.

De acordo com ela, a dedetização também ocorreu nos bueiros das ruas próximas à escola. Também foram tampadas as tubulações e colocou-se uma válvula chamada bloqueio de retorno no esgoto para impedir que bichos entrem na escola pelo encanamento de esgoto.

A diretora também disse que sabia que havia problemas antes de assumir e fez uma série de pedidos à Secretaria de Educação. “Antes de assumir, eu já tinha conversado com minha superior sobre algumas providências que tinha que ser feitas, como dedetização limpeza da caixa d’água. Assumimos em um dia e no outro dia, já fizemos um ofício pedindo isso”, esclareceu Rute, que ressalta que os pedidos estão sendo atendidos, na medida do possível.

“O que nós pedimos, está sendo feito. Pedimos e trocaram o telhado, por exemplo. A medida que surgem as necessidades, eles (Secretaria de Educação) tem acompanhado”, concluiu.

O Caic no Novo Horizonte é a maior escola municipal de Itajubá, com uma grande área

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