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Golpe do ?provedor de internet? é cada vez mais frequente

08/12/2014 às 00:01

O consumidor que tenha sido forçado a assinar um ?provedor de internet?, achando que esse serviço era essencial, deve solicitar o cancelamento do contrato. Caso a solicitação não seja atendida, deve reclamar no PROCON

 

 sido realizado frequentemente por empresas de mídia online, o chamado golpe do “provedor de internet”: Após um consumidor ligar para uma determinada operadora de telefonia e contratar o serviço de acesso fixo à internet, pouco tempo depois, começa a receber insistentes e, muitas vezes, confusas ligações telefônicas de empresas de mídia online (também chamadas de provedores de internet ou portais de conteúdo, entre outras denominações), oferecendo seus “planos de acesso”, afirmando que seus serviços são indispensáveis para o funcionamento da internet. Alguns consumidores são convencidos que tais serviços são realmente essenciais e acabam por fechar o contrato.
Resumidamente, o golpe é feito da seguinte forma: o consumidor contrata o serviço de acesso fixo à internet junto a uma operadora de telefonia. Os seus dados, de uma maneira misteriosa, provavelmente ilegal, são repassados para empresas de mídia online. Representantes destas empresas entram em contato com o consumidor, por telefone e tentam vender assinaturas de serviços.

Atualmente, um golpe tem sido realizado frequentemente por empresas de mídia online, o chamado golpe do “provedor de internet”: Após um consumidor ligar para uma determinada operadora de telefonia e contratar o serviço de acesso fixo à internet, pouco tempo depois, começa a receber insistentes e, muitas vezes, confusas ligações telefônicas de empresas de mídia online (também chamadas de provedores de internet ou portais de conteúdo, entre outras denominações), oferecendo seus “planos de acesso”, afirmando que seus serviços são indispensáveis para o funcionamento da internet. Alguns consumidores são convencidos que tais serviços são realmente essenciais e acabam por fechar o contrato.

Resumidamente, o golpe é feito da seguinte forma: o consumidor contrata o serviço de acesso fixo à internet junto a uma operadora de telefonia. Os seus dados, de uma maneira misteriosa, provavelmente ilegal, são repassados para empresas de mídia online. Representantes destas empresas entram em contato com o consumidor, por telefone e tentam vender assinaturas de serviços.

 

 


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