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REMUNERAÇÃO EXAGERADA

02/02/2015 às 08:00

A aprovação dos novos valores de remuneração dos vereadores, do prefeito e vice e dos servidores indicados politicamente da prefeitura coloca de novo a discussão: será necessário pagar tanto para os ocupantes de cargos eletivos e comissionados na Prefeitura de Itajubá?
Um vereador passou a receber R$6.504,00 mensais. O prefeito Rodrigo Riera passa a ganhar R$23.383,00. O vice-prefeito Christian Gonçalves ganhará R$5.845,00. Os secretários terão o salário de R$7.491,00.
Em qualquer análise os valores recebidos pelos nossos mandatários é bastante vantajoso. Em uma cidade pequena e pobre como Itajubá, os valores pagos aos políticos em mandato é muito cobiçado por vários motivos.
Primeiro por que os cargos são de baixa produtividade e sem cobrança por eficiência e resultados concretos.
Segundo, porque os valores recebidos podem ser consideravelmente melhorados quando acrescidos das diárias recebidas em deslocamentos para compromissos fora do município.
E sempre é possível melhorar o ganho, já expressivo, com alguma manobra. Este pode ser o caso do vice-prefeito Christian Gonçalves que passou a ocupar a Secretaria de Gestão. Em vez do seu salário nato (de R$5.845,00), Christian poderá passar a receber o do cargo de secretário que é de R$7.491,00. Esta pequena mudança significa R$1.646,00 a mais no contracheque no final do mês. Um belo presente que o prefeito dá ao seu vice. E a conta é paga pelo povão, que nem percebe esta manobra.
Se a administração municipal na gestão de Rodrigo Riera-Christian Gonçalves fosse relamente eficiente, a montanha de dinheiro público gasto para pagar todas as despesas geradas, talvez fosse justificada.
Como a gestão é um fiasco, o custo é astronomico, sem justificativa e totalmente condenável. Se gasta dinheiro público aos borbotões sem nada de favorável ao povo.
Cria-se uma secretaria de gestão, que custa mais de R$650 MIL por não para que resultado?
Contrata-se um Instituto de Práticas Gerenciais para que?O que melhorou na gestão do município? Será que tudo isto, gastos absurdos, será justificado em sofisticados relatórios que terão como conclusão: “nada poderá ser feito”.
Os custos dos contratos atingem valores milionários.
A limpeza urbana e coleta de lixo custavam a pouco mais de um ano algo como R$700 MIL por mês. Agos custa o valor próximo de R$1.300.000,00 (HUM MILHÃO E TREZENTOS MIL REAIS) por mês.
E o que melhorou na limpeza da cidade? Nada.
E os contratos, faraônicos, para a realização de shows, serviços de segurança, contratos de banheiros químicos às centenas, tudo muito caro e sem claras explicações.
Como pedir explicações não resulta em nada, pois, a prefeitura não responde, cabe trilhar outros caminhos para elucidar estas gastanças.
Conclui-se que o povo paga muito para pouco resultado favorável.
O compromisso do gestor deve ser com a eficiência e o correto uso dos recursos públicos. Tudo fora desta orientação é condenável e punível.


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