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OCUPAÇÕES

28/10/2016 às 10:43

A ação de grupos de oposição à aprovação da PEC241 (Proposta de Emenda Constituição) está tomando caminhos, no mínimo, estranhos à legal manifestação de qualquer pessoa contra qualquer assunto.

Os governos lulopetistas, de 2003 a 30 de setembro de 2016, promoveram a balburdia e a ingovernabilidade nas contas públicas.

O desequilíbrio fiscal, impetrado por uma série de medidas populistas, provocou a alta da inflação e o aumento inusitado do desemprego.

Como já disse Lula, nunca antes na história deste país, poucos fizeram tão mal a tantos.

O governo assumido pelo vice, Michel Temer, está trabalhando para sanar as contas públicas e fornecer ao mercado, condutor de tudo, condições e informações para que volte a investir e gerar empregos.

A gastança governamental precisa ser freada de qualquer modo. Caso contrário, veremos a falência do Estado brasileiro.

Esta falência provocará prejuízo a todos, notadamente aos mais pobres.

Os que dizem que esta conclusão não ser verdadeira são os mesmos que acham que as tetas financeiras do governo federal são inesgotáveis.

O caixa do tesourto brasileiro não suporta mais tantos rombos, com a entrada de recursos reduzida por crises.

Tal qual uma caixa d’água, o tesouro precisa ser abastecido para liberar recursos para o cumprimento do orçamento.

Não há como viver com contínuos e crescentes deficits nas contas do governo federal. Há que se paralisar o desequilíbrio e colocar o trem nos trilhos.

Quanto aos que se posicionam contra esta necessidade, que lhes seja garantido o direito de protestar e propor medidas alternativas.

O que não se pode admitir é que contrários às medidas adotadas pelo governo, com apoio de ampla maioria do Congresso Brasileiro, se utilizem de ocupações de prédios públicos impedindo que servidores e usúarios trabalhem e sejam atendidos.

A balburdia não pode ser a regra. Além de exceção, a ação de baderneiros precisa ser combatida pelas autoridades responsáveis pelas instituições invadidas.

A Unifei foi invadida por um grupo de alunos, conforme nota enviada a este Jornal, no dia 26, informando da ocupação dos prédios da Reitoria e Biblioteca. Não faz menção ao impedimento de servidores e alunos adentrarem nestes recintos.

A notícia do impedimento do acesso aos prédios “invadidos” foi informada pela Reitoria da Unifei, em nota oficial no mesmo dia 26.

Com esta postura, os movimentos contrários às ações do governo federal perdem apoio e tornam-se ilegitímos, já que se utilizam da força para fazer valer suas opiniões.

A democracia precisa ser respeitada. Ações predatórias precisam e devem ser combatidas, com energia e autoridade, dentor da lei.


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